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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

FESTIVAL CURTA CINEMA RIO DE JANEIRO – NOVEMBRO 2016

Oi pessoas, tudo bom? No começo deste mês fui representar o filme A Moça Que Dançou com o Diabo e o Grupo Kino-Olho no festival Curta Cinema do Rio de Janeiro.

Estava cheia de coisas para escrever. Sobre as pessoas lindas que conheci, algumas amizades que começaram a crescer, a quantidade de filmes vistos (uma média de 5 a 7 horas por dia), etc.

Era tanta informação, tanta coisa para se absorver. Porém infelizmente, devido a correria do dia a dia, não consegui escrever logo em seguida, mas deixo aqui algumas imagens e um vídeo que editei de algumas coisas que filmei. Inclusive os moradores de rua dançarinos. ELES ARRASARAM!




 Essas são as fotos do Hotel que o Festival me hospedou. O Hotel 55. Super recomendo. Mega atenciosos, tudo de primeira, atendimento super de primeira. Adorei! E olha que sou chatinha para hotel, mas esse eu recomendo. Sucesso!
VISTA DO HOTEL 55

 




O clássico e histórico Cine Odeon, aonde acontecia as estreias do Festival, e claro, passou A Moça Que Dançou Com o Diabo!
 Claro que não pude perder a oportunidade de dar uma corridinha no aterro, aonde essa minha "mania" começou em 2014! Mesmo com chuva, lá estava eu e a garça que sempre me acompanhou! hehehehhe


Teve apresentação no CCJF - Centro Cultural Justiça Federal
 Teve novos amigos e piquenique no Museu Nacional!


E festa Tecno Brega e na Banca de Jornal! (essas no vídeo se vê melhor! )


 E no último dia saiu o sol, porém eu acho que a chuva foi um toque dramático para esse encontro do cinema internacional!
 

Valeu Curta Cinema!

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Boi Neon – Um filme um tanto quanto confuso

Sinopse

Nos bastidores das Vaquejadas, Iremar e um grupo de vaqueiros preparam os bois antes de solta-los na arena. Levando a vida na estrada, o caminhão que transporta os bois para o evento é também a casa improvisada de Iremar e seus colegas de trabalho: Zé, Negão, Galega e sua filha Cacá. O cotidiano é intenso e visceral, mas algo inspira novas ambições em Iremar: a recente industrialização e o polo de confecção de roupas na região do semi-árido nordestino. Deitado em sua rede na traseira do caminhão, sua cabeça divaga em sonhos de lantejoulas, tecidos requintados e croquis. O vaqueiro esboça novos desejos.

Hoje em dia, se você quer ser considerado Cult, admitir que achou alguma obra de arte “confusa” é um ato de muita braveza e coragem, principalmente trabalhando com o cinema, e se referindo a uma obra de cinema. Mas assumo a minha confusão, inclusive porque não sei qual outra palavra usar.

Boi Neon é um filme – longa-metragem- nacional de 2015 do diretor Gabriel Mascaro, que no mesmo ano passou pelo Festival de Cinema de Veneza, o que é um grande logro, afinal, meu sonho é ter um filme neste festival.

Além deste, também ganhou Menção Honrosa no Festival Internacional de Toronto (tiff) e os prêmios de melhor filme, melhor atriz coadjuvante, melhor roteiro e melhor fotografia no Festival do Rio 2015.

Agora vamos ao que eu realmente penso e porque o acho um tanto quanto confuso. Para se ter ideia eu fui descobrir que a criança, que tem um papel importante no filme, era menina no final, quando fui pesquisar algumas críticas.

Em um momento eu pensei mesmo que um dos personagens havia se referido a “ele” de “ela”, mas como o áudio não estava dos melhores, achei que tinha escutado errado.

Também confesso que como vegetariana, e que é contra as vaquejadas e o maltrato aos animais, achei um tanto quanto cruel algumas das cenas, porém foram bem menos do que esperava.

Outra coisa que eu não entendo, mas isso é uma crítica a muitos filmes, é a necessidade do diretores de usar e abusar de nus e cenas de sexo.

Eu não sou nada puritana, e sim, já vi pênis na minha vida (óóóó), mas o que me incomoda é esse “estilo” brasileiro em que todo filme, para ser arte, cult, cool, tem que ter cenas longas de sexo e nudez. No final do filme, há uma cena de sexo que dura uma média de 6 minutos. Pra quê?

Além de outra cena que me lembrou muito Aquarius de Kleber Mendonça Filho, aonde está acontecendo uma suruba, e um cara passa com seu órgão sexual duro 3 vezes (se não me engano... assisti em Maio, na estreia em Cannes) em frente a câmera.

No caso do Boi Neon, há uma cena em que os homens estão tomando banho, e claro, se toma banho pelado, mas é pênis pra lá e pra cá.

Como disse e repito, não é por “puritanismo”, é que ainda não entendo essa relação do cinema nacional com o excesso de sexo e nudez em seus filmes que supostamente tem um pé no cinema artístico.

Quanto a arte do longa, assinada por Maíra Mesquita, eu achei bem o meu estilo no “cinema caipira”. Simples, tentando focar ao máximo no real, usando as cores que criam todo o cenário semiárido nordestino.

A fotografia eu achei simples, mas no bom sentindo, acho que a simplicidade de todas as áreas foi a melhor maneira de retratar esta história.

Gostei muito da atuação dos atores, principalmente da Alyne Santana que interpreta Cacá (que eu achava que era menino....) ela passa o tempo vendo revista de mulher pelada...eu jurava que era menino. Realmente isso foi algo que me confundiu!

Em alguns comentários, escutei que a representante da Jequiti – que no filme se chama Jacati ou algo assim – era desnecessário, mas no final eu achei interessante, interpretei como a satisfação de Iremar, o gozo dele, ao realizar o desejo/sonho de ir a uma confecção. Algo assim. Afinal, como disse, em filme nacional temos sempre que interpretar as várias cenas de sexo!

Maeve Jinkings, que é interpreta a personagem Galega no filme, também tem uma ótima atuação, alias, ela deve ser uma das grandes promessas do cinema brasileiro, já que também estava presente em Aquarius.

Se eu recomendo Boi Neon? Eu acho que a gente só pode criticar (seja bem ou mal) algo, assistindo. Eu sempre procuro prestigiar o cinema nacional. Se achei bom? Bom.... eu costumo dormir vendo filmes, mas este eu tive que assistir em 3 partes.

Poréeemmm...eles, o Boi Neon, estiveram no Festival de Cinema de Veneza, o que é um grannnndeeee logro! Parabéns! Sendo assim, deve valer a pena.


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

RESENHA BATOM GIZ 03 + BLUSH + LÁPIS DELINIADOR ERATO COSMÉTICAS

Hey kids, tudo bom? Hoje vou falar do batom GIZ 03. Lápis Delineador Retrátil Preto e de um detalhe que esqueci do blush da marca ERATO COSMÉTICAS.

Para compor o make das fotos (hahaha lembrei quando vou trabalhar como produtora de moda e falo “para compor o look”...achei engraçado... cada louco com a sua mania!) eu usei o pó compacto 07, o Blush Mosaico 04, o lápis delineador retrátil preto e o batom Erato Giz 03 vermelho <3.



No post anterior, fiz um textão falando de um por um dos produtos, dentre eles o blush e o pó, but, esqueci de falar que o blush vêm com “dois tons”, o que é bem legal!!!



BATOM GIZ ERATO COSMÉTICA 03

Como dito anteriormente, eu usei o batom Giz Erato Coesmética, ele é um vermelho bem vivo com um fundo alaranjado, mas é apenas um toquinho mesmo, além de ser bem cheirosinho. E ele está a venda por apenas R$16,80



















Lápis Delineador Retrátil Preto





 O lápis delineador retrátil preto foi uma boa escolha. Ele não borra, meu olho não ardeu e o meu antigo estava acabando! hehehe Mas sério, adorei! E adivinha o preço? R$13,80!!! Ótimo né???



 Bom, esses foram os produtos que eu usei da Erato Cosmética para sair sábado! E com certeza eles irão comigo para o Rio de Janeiro neste final de semana, aonde participarei do Festival Curta Cinema, representando o filme que assino a direção de arte - A Moça que Dançou com o Diabo. Quem estiver por lá, está mais do que convidado. Em breve coloco os horário aqui!

Abraços!